Until February 2024, the “Centro Cultural Banco do Brasil” (Banco do Brasil Cultural Center – CCBB) will be holding an art exhibition on its gardens titled “O jardim de Amílcar de Castro: Neoconcreto sob o céu de Brasília” (The Garden OF Amílcar de Castro: Neoconcrete under the sky of Brasilia), with neo-concrete works of art by artist Amílcar de Castro. 

The Neo-Concrete Movement was a Brazilian art movement, a group that splintered off from the larger Concrete Art movement prevalent in Latin America and in other parts of the world. The Neo-Concretes emerged from the “Grupo Frente”, from Rio de Janeiro. They rejected the pure rationalist approach of concrete art and embraced a more phenomenological and less scientific art.  

The Banco do Brasil Cultural Center (CCBB) was transformed into a huge neo-concrete garden in a mixture of homage and dialogue with the modern city. Distributed throughout the external spaces of the place, a set of more than 60 sculptures by artist Amílcar de Castro proposes a conversation between the modern curves and straight lines of arquitect Oscar Niemeyer and the folds and cuts of the immense steel sculptures created by one of the most important artists of the Brazilian neo-concrete movement. The result is an overall perspective that allows us to understand the work and the paths traced by this artist from the city of Paraisópolis who graduated in law, but chose the iron plate as a working tool.  

The exhibition began to be gestated six years ago, in the small town of Dom Silvério, in the interior of the state of Minas Gerais. 

Once inside the garden, the public will have access to four groups of pieces. Some, the larger ones, can be seen from the outer lane that borders the CCBB in a view that helps to understand the magnitude of Amílcar’s work: immense geometrically cut steel sheets frame Brasilia’s sky and architecture. Distributed throughout the garden, medium-sized pieces, which in the case of Amílcar usually have bases of 2.40 meters, share space with a series of sculptures made with 30 cm thick plates, material to which the artist had access for a few years thanks due to a partnership with Usiminas. 

The contrast between the weight of the material and the lightness of the design provides the visitor with the same effect provoked by modernist architecture with its concrete curves and floating perspectives. For the curator of the exhibition, this dialogue was inevitable as the result of two movements that were contemporary and helped to design modernity in Brazil. Amílcar de Castro’s exhibition is not the artist’s first exhibition in Brasília: he was responsible for inaugurating the CCBB, 22 years ago, with an exhibition of works from Minas Gerais. 

 In addition to the exhibition, part of the project to transform the CCBB into a neo-concrete monument is a series of lectures and debates with artists and critics that should take place throughout the year.  

 

Venue: Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB
Where: Setor de Clubes Esportivos Sul – SCES, Trecho 2 – Asa Sul, Brasília – DF (In front of the “Clube de Golfe de Brasília” golf club). 
When: Tuesdays to Sundays. 9 a.m. to 7 p.m.
Price: Free
Rating: Free for all ages.
Information: (61) 3108 7600 or ccbbdf@bb.com.br 







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Português: 

Até fevereiro de 2024, o “Centro Cultural Banco do Brasil” (CCBB) realizará em seus jardins uma exposição de arte intitulada “O jardim de Amílcar de Castro: Neoconcreto sob o céu de Brasília”. Amílcar de Castro: Neoconcreto sob o céu de Brasília), com obras de arte neoconcretas do artista Amílcar de Castro. 

O Movimento Neoconcreto foi um movimento artístico brasileiro, um grupo que se separou do movimento de arte concreta predominante na América Latina e em outras partes do mundo. Os neoconcretos surgiram do “Grupo Frente”, do Rio de Janeiro. Eles rejeitaram a abordagem puramente racionalista da arte concreta e abraçaram uma arte mais fenomenológica e menos científica. 

O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) foi transformado em um imenso jardim neoconcreto num misto de homenagem e diálogo com a cidade moderna. Distribuído pelos espaços externos do local, um conjunto de mais de 60 esculturas do artista Amílcar de Castro propõe uma conversa entre as curvas e retas modernas do arquiteto Oscar Niemeyer e as dobras e cortes das imensas esculturas em aço criadas por um dos artistas mais importantes do movimento neoconcreto brasileiro. O resultado é uma perspectiva global que permite compreender a obra e os caminhos traçados por esse artista paraisópolis que se formou em direito, mas escolheu a chapa de ferro como ferramenta de trabalho. 

A exposição começou a ser gestada há seis anos, na pequena cidade de Dom Silvério, no interior de Minas Gerais. 

Uma vez dentro do jardim, o público terá acesso a quatro grupos de peças. Algumas, as maiores, podem ser vistas da pista externa que margeia o CCBB em uma vista que ajuda a entender a magnitude da obra de Amílcar: imensas chapas de aço recortadas geometricamente emolduram o céu e a arquitetura de Brasília. Distribuídas pelo jardim, peças de tamanho médio, que no caso de Amílcar costumam ter bases de 2,40 metros, dividem espaço com uma série de esculturas feitas com chapas de 30 cm de espessura, material ao qual o artista teve acesso por alguns anos graças a uma parceria com a Usiminas. 

O contraste entre o peso do material e a leveza do desenho proporciona ao visitante o mesmo efeito provocado pela arquitetura modernista com suas curvas de concreto e perspectivas flutuantes. Para o curador da exposição, esse diálogo era inevitável como resultado de dois movimentos contemporâneos e que ajudaram a projetar a modernidade no Brasil. A exposição de Amílcar de Castro não é a primeira exposição do artista em Brasília: ele foi o responsável por inaugurar o CCBB, há 22 anos, com uma mostra de obras mineiras. 

Além da exposição, faz parte do projeto de transformação do CCBB em monumento neoconcreto uma série de palestras e debates com artistas e críticos que devem ocorrer ao longo do ano.